“Dia de Festa” e “Cães Que Ladram Aos Pássaros” no Curta Cinema

30 Outubro 2019

“Dia de Festa” e “Cães Que Ladram Aos Pássaros” foram selecionados para a competição internacional do Curta Cinema, no Brasil.

As curtas-metragens “Dia de Festa”, de Sofia Bost e “Cães Que Ladram Aos Pássaros” de Leonor Teles fazem parte da competição internacional da 29ª edição do Curta Cinema, que terá lugar do dia 30 de outubro a 6 de novembro, em Rio de Janeiro.
O filme “Cães Que Ladram Aos Pássaros” será exibido, numa primeira sessão, dia 31 de outubro, às 17h, na Estação Net Botafogo 1, e depois, dia 1 de novembro, às 20h30, na Estação Net Botafogo 3. “Dia de Festa” terá as suas duas exibições no dia 4 de novembro, às 20h30, Estação Net Botafogo 3 e dia 5 de novembro, às 17h, na Estação Net Botafogo 1.

O Curta Cinema é um festival que qualifica os vencedores do Grande Prémio da Competição Nacional e Internacional a competir para uma indicação ao Óscar, prémio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos da América. O Festival tem uma programação totalmente gratuita e irá exibir mais de 150 curtas, sendo o tema central deste ano um reflexo da situação sociopolítica atual. De todos os filmes exibidos, as restantes temáticas que se destacam são o protagonismo feminino, as causas indígenas e a luta LGBTQ+.  

Produzida pela Uma Pedra no Sapato e com promoção internacional da Agência da Curta Metragem, "Dia de Festa" teve estreia internacional do festival Semana da Crítica do Festival de Cannes e estreia nacional no Curtas Vila do Conde. O filme acompanha o dia de Mena no aniversário da sua filha Clara, e conta com a participação das actrizes Rita Martins, Melissa Matos, Teresa Madruga, Sandra Celas, Mariana Silva, Sara Gonçalves e Fernanda Neves.

"Cães que Ladram aos Pássaros", também produzido pela Uma Pedra no Sapato, com promoção internacional da Agência da Curta Metragem, foi comissariado e financiado pela Câmara Municipal do Porto no âmbito do projecto Cultura em Expansão e foi inteiramente rodado na cidade do Porto. "Toma uma cidade que não é a minha, um lugar que me é desconhecido e não me pertence. No entanto, não deixou de ser, por isso, menos pessoal que os filmes anteriores. A ligação que criei com a família que filmei mantém-se e parece ser essa a constante no meu trabalho: as pessoas e a minha relação com elas", afirma a realizadora.

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